Como pode ser? Amar quem nunca se viu?! Um rosto no retrato e a voz na vitrola,
controlam o som, do tom certo e incerto, sem rumo concreto, mas quer aqui, os sonhos certos, sem ser assim tão seu, tão meu.
Na cifra que compõe a canção, a dupla que forma um solo e controla esse soneto, fala de amor platônico, que desafina a rima da vida, que é dirigida, pelo Maestro que rege essa orquestra; Por mais que eu queria, outrora você, cantar o refrão, Não dá para compor a nossa canção, que quem sabe a afinação escrita é Só o Diretor... Tempo.
Autora: Débora Melo
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