Não dá para saber se vai acontecer, mas dá para somar as rimas das entrelinhas,
aonde o resultado é uma dízima periódica...
que em todo o período gostaria de ver ao vivo,
a coloração do filme que tem sido a moda antiga: Preto e Branco,
aonde a trilha sonora aumenta o tom, do bater desse ser,
que insiste em viver só no mundo seu, tirando o meu eu, que quer ser certo, racionalmente reto.
O credo fala e manda no cenário, onde o Diretor é Soberano e sabe o nome, aonde, quando e quem sabe ainda, será esse filme?
Quando o Ator principal chegar, a história será: A princesa no final Feliz.
Autora: Débora Melo.
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